Quanto tempo sem vir aqui
Sem você por perto,
Sem sentir teu cheiro em minha boca,
Sem sentir teu gosto em meu corpo.
Agora saudade já se tornou desejo e solidão,
E me tornam escrava de impulsos.
Já tentei sulfocá-los, mas minhas forçasse esvairam
E tudo está a flor pele.
Prefiro que o vento me leve.
Me entrego a esses impulsos
Sem pudor, Sem medo
Tomada por um amor que asfixia.
Perdido em seus próprios meios. A esperar por um fio de inspiração, que se desemboca num mar de fúria. Amor, angústia, felicidade, rancor. Quem se importa?
segunda-feira, 9 de maio de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Dia-a-Dia
Meu pés bailam à luz dos vagalumes
As cortinas dançam ao som do vento
Que trás de bem longe frias recordações,
Daquelas quer se fazem de tudo pra se lembrar
E mais ainda pra se esquecer.
Notas musicais escorrem pela minha boca
Formando uma melodia desconhecida
Conta histórias de um povo esquecido
Mas que eu a muito conheço
e cantarolando a minha sina prossigo
Oh história sem narrativa
Fortes ousadias
Apenas melancolias repetidas
Mas contudo me empolgo,
Me agito em torno da fogueira
E meus pés continuam a bailar
E as notas musicais a me envolver como brisa
Até o dia em que o sol se apagar.
As cortinas dançam ao som do vento
Que trás de bem longe frias recordações,
Daquelas quer se fazem de tudo pra se lembrar
E mais ainda pra se esquecer.
Notas musicais escorrem pela minha boca
Formando uma melodia desconhecida
Conta histórias de um povo esquecido
Mas que eu a muito conheço
e cantarolando a minha sina prossigo
Oh história sem narrativa
Fortes ousadias
Apenas melancolias repetidas
Mas contudo me empolgo,
Me agito em torno da fogueira
E meus pés continuam a bailar
E as notas musicais a me envolver como brisa
Até o dia em que o sol se apagar.
Vida minha
Da minha vida faço um livro sem páginas,
sem letras aparentes , sem rumo, sem começo, sem meio,
porque fim todos temos.
Da minha vida de alegrias e tristezas
ilusões e razões que sempre se batem na encruzilhada
quando quero me expor de forma sã
Da minha vida que tudo levo
que nada tenho, que sempre almejo
e nem sempre alcanço
Da minha vida que Deus ampara
e ilumina do altos céus
para me inundar de esperanças
Da minha vida que as vezes se cansa
que sempre desanda
mas o bom... é que ainda vejo a luz no fim do túnel.
sem letras aparentes , sem rumo, sem começo, sem meio,
porque fim todos temos.
Da minha vida de alegrias e tristezas
ilusões e razões que sempre se batem na encruzilhada
quando quero me expor de forma sã
Da minha vida que tudo levo
que nada tenho, que sempre almejo
e nem sempre alcanço
Da minha vida que Deus ampara
e ilumina do altos céus
para me inundar de esperanças
Da minha vida que as vezes se cansa
que sempre desanda
mas o bom... é que ainda vejo a luz no fim do túnel.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Alucinações Lúcidas
Ah sonho meu, porque foges de mim?
Sem nem ao menos deixar marcas
Que tragam esperanças.
Mas de todo me entrego
Atiro-me, sem desconfianças
Nem prévias (afinal são inúteis)
As circunstâncias são sempre passageiras.
Então um feixe luz de certo me atinge
Os céus sobre mim se abrem
Inunda-me, invade-me.
De certezas agora estou plena
Mesmo as incertezas são certas
Mas destas...
Só Deus poderá tirar conclusões.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Lembranças
Apenas um retrato velho.
A imagem já disforme e amarelada
E moldura enferrujada,
No meio das muambas esquecidas.
Teu rosto não me remete à nenhum afeto
Somente mágoa escorre pelo meu rosto
E os meus olhos so veem sobra em tua face
Ah! Como tudo em ti é fosco.
Um estranho que aparece repentinamente
Será que minha casa está em sua rota de destino?
Mas logo se vai, distante...
Sem deixar rastros, somente marcas pronfundas
Onde será este lugar?
É tão longe, acho que não existe
Tudo feito de papel (neste mundo meu só)
Rabiscados por autores sem nome
Apenas de uma certeza me cerco
De pura mentira tu és feito
Se é que existe tua vida
Se é que a vida exista.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Múrmurio
Em meio a tantas prosas de meia boca, sigo
Já desinteressado por esse riacho sem peixe grande
Me contento com coisas tão pequenas faz tempo
Desde que me entendo por gente
Sou prova viva dessa lamúria.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Fugitiva
Jogo no espaço, no raio, no laço
na fresta, na aresta
que já quase se fecha
Essa aflição que mim alfineta.
Amarro meu sapato
Caminho, corro
Rua, estrada e viela
Casa , nuvem e além.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Desapego
Viver a vida em puro extase
Contínuo e inacabado
Andar sem destino
Falar sem objetivo
Sem convecer, nem ser convencido
Chorar sem um verdadeiro motivo
Sentir as lágrimas quentes a escorrer pelo rosto
Sentir o sorriso que desabrocha sem explicação
Sentir os passos no chão
Ser subjetivo
Ser além do real
Ser água, ponte
Mar aberto e terra firme.
'
Escrevo não pela criatividade, Deus sabe como esta me falta e se perde com tanta facilidade. Escrevo pelas minhas mãos ansiosas que se expressam involuntariamente, em convulsão, pela mente vonlutariosa que se abre inebriada e leve logo após regurgitar palavras mil que nem sempre fazem sentido literário, mas é como puro desabafo de um ser preso em seu próprio corpo, por barreiras um tanto invisíveis, com tamanhas regras a seguir e tantos medos gigantes a assombrar, é o desabafo do pássaro em uma gaiola que sonha com a liberdade.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Obstáculo
Sair deste mundo que insiste em me fazer engolir
Realidade pura e amarga
Penetrar numa imensidão de sonhos que jamais vividos
E em demasia saciar estes sentimentos de loucura que sufocam
Entorpecer de sentimentos que não pereçam
Desculpando a própria culpa que corrói o âmago.
Fogo abrasador, desatina o mais racional dos seres,
Num amiúde borboletear a provocar vertigens.
Nada serei, nada viverei,
A criação dos próprios sentimentos em carne.
Ilusionismo, a face de um erro.
Obsta o percorrer da vida, um rio intermitente.
Daniela Caroline
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